Concrete Show 2019: Votorantim Cimentos participa de debates
8 out

Concrete Show 2019: Votorantim Cimentos participa de debates

Evento abordou os principais desafios da construção civil

  • By: MA Frota
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Alcançar o aumento da produtividade é um dos principais desafios da construção civil. O tema, que já é pauta do segmento há anos, ganhou uma nova perspectiva e otimismo com a chegada de tecnologias e propostas inovadoras. A Concrete Show 2019 deu espaço para um desses debates cujo tema foi: O papel e importância da inovação na competitividade no segmento de Edificações. Profissionais que são referências no setor trouxeram o olhar de diferentes ângulos para o assunto.

Com a implementação da inovação tanto na indústria da construção quanto nas obras, espera-se reverter esse panorama negativo e proporcionar resultados de ganhos de produtividade e, consequentemente, eficiência. “Nós entendemos que será um fator muito importante se nós levarmos competitividade para o nosso cliente. Para nós, não é balela que o sucesso do nosso cliente é o nosso sucesso. Realmente, acreditamos nisso, até o ponto em que estamos com uma solução que vai exigir menos concreto para as obras”, afirma Hugo Armelin, diretor comercial da Votorantim Cimentos. “O concreto será tão melhor que as peças poderão ser menores. E nós queremos fazer isso por ser eficiente para o nosso cliente”, explica o representante da companhia.

Durante o painel foram discutidas soluções que devem melhorar a produtividade do setor como um todo. A Trisul, por exemplo, falou sobre a criação de uma Universidade Corporativa dentro da construtora. A necessidade, segundo Roberto Pastor, diretor técnico da companhia, foi percebida por conta da procura de estudantes em obter mais informações sobre temas técnicos.

Do ponto de vista das indústrias, Hugo Armelin destacou iniciativas que a Votorantim Cimentos está realizando no âmbito da inovação, que resultam no aumento da produtividade, como a criação do aplicativo Engemix, que fornece informações em tempo real sobre a programação dos caminhões-betoneira que devem chegar às concretagens. “Nós colocamos todos os nossos caminhões com GPS, criamos um software de monitoramento do posicionamento desses caminhões para poder ter o máximo de eficiência tanto na frota quanto na obra. Assim, a obra pode enxergar onde ela está perdendo e ganhando tempo, para fazermos isso da maneira mais eficiente possível. Tem muito dinheiro sendo perdido por conta dessa ineficiência em logística”, explica o representante da Votorantim Cimentos.

A argamassa industrializada e projetada é outro tipo de material que fornece mais eficiência para a obra. Esse tipo de material, além de proporcionar mais qualidade e homogeneidade na aplicação, aumenta a produtividade na obra e também reduz os desperdícios. “Argamassa projetada é baixíssima perda, pouca mão-de-obra, pouco uso de água, fornece tudo de bom. Todos os processos promovem ganho de produtividade para o ganho do nosso cliente”, ressalta Hugo Armelin.

Concrete Show: quem participou do debate?

Com mediação de Odair Garcia Senra, presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP), o painel “O papel e importância da inovação na competitividade no segmento de Edificações” contou com a colaboração dos debatedores: Hugo Armelin, diretor comercial da Votorantim Cimentos; José Eduardo Ramos, CEO da Cimento Nacional; Jorge Batlouni, diretor da Tecnum Construtora; Vanderley John, professor especialista em inovação da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) e membro da coordenação das engenharias da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP); Filipe F. Pontual, diretor executivo da Associação Brasileira das Entidades do Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip); Flavio Amary, secretário da Habitação do Estado de São Paulo e ex-presidente do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP); e, por último, Roberto Pastor, diretor técnico da Trisul.

Para ficar de olho: temas levantados pelos debatedores

Falta de confiança do consumidor e dos investidores ainda está impactando e deve impactar os próximos resultados do setor;
Implantação da metodologia BIM: CDHU está começando a utilizar o método;
Produtividade dentro da indústria e que auxilie nos canteiros de obras;
Sustentabilidade: gestão de resíduos, economia da água e mudança da norma do cimento;
Desafio da tecnologia: novas tecnologias aumentam custos em curto prazo e otimizam resultados em longo prazo. O mercado brasileiro está acostumado a pensar apenas em curto prazo, criando uma barreira;
Criação de espaço para construtechs atuarem dentro do SindusCon-SP.

Fonte: Revista Construa

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